Conheça Halsey, a nova aposta do pop alternativo


Sabia tudo sobre a carreira da cantora e seu mais novo álbum “Badlands”

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“Eu escrevo músicas sobre sexo e estar triste”. Esta é a frase destacada nos perfis de Halsey em suas redes sociais. Com apenas 20 anos, a artista já começou a fazer barulho entre o público alternativo e os críticos americanos, talvez por sua sonoridade atmosférica ou sinceridade sem limites.

A novata já abriu shows do Imagine Dragons, The Kooks, é amiga dos integrantes do 5 Seconds Of Summer e continua abrindo espaço na indústria musical, se apresentando recentemente no talk show de Jimmy Kimmel e levando seu primeiro álbum ao top 10 do Reino Unido e Estados Unidos. Tudo isso, sem perder sua essência e estilo característicos, que exibe desde seu primeiro single “Ghost“.

Ashley Frangipane (seu nome real) nasceu em 29 de setembro de 1994 no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, e quando decidiu gravar seu primeiro single (o sucesso “Ghost“), imediatamente chamou a atenção de gravadoras e produtores. Assim, a cantora criou um pseudônimo (“Halsey” é apenas “Ashley” com as letras rearranjadas) e sua marca registrada: o cabelo azul e a atitude confiante.

Depois de chamar atenção com o EP Room 93, composto de canções supostamente escritas sobre seu breve relacionamento com Matt Healy do The 1975 em quartos de hotel, a americana trouxe todo o seu talento com as palavras e melodias para o incrível disco de estreia, Badlands.

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A tradução literal do título do álbum é “Terras Ruins”, e Halsey declarou em entrevistas que isto representa seu estado mental quando estava escrevendo as músicas. “É chamado ‘Badlands‘ pois deve passar o sentimento de distopia, como uma ilha isolada”, declarou a cantora sobre o material.

Composto de 16 faixas em sua edição deluxe, o álbum traz histórias de rebeldia, isolamento, questionamento, romance e decepções, e inclui singles que começam a subir nas paradas, como New Americana, que foi a música mais tocada no programa de Zane Lowe na Apple Music Radio este ano.

Destaque para as canções Hurricane, Gasoline, Drive e Coming Down, que mostram o melhor da artista como compositora e contadora de histórias. A melhor música do disco, no entanto, fica com Colors, uma romântica e emocionante metáfora para um relacionamento que não deu certo. “Você era vermelho, e gostou de mim porque eu era azul. Você me tocou, e de repente, eu era um céu lilás. Mas então, você decidiu que roxo não era para você“, declama a americana entre os refrões marcantes.

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